Publicidade infantil: Quais as principais restrições?

Publicidade Infantil

Existem inúmeras regras que regulamentam a publicidade voltada ao público infantil no Brasil, e é muito comum que as empresas tenham dúvidas sobre essa questão.

Hoje separamos as principais restrições para que você esteja por dentro do que pode ou não quando nos comunicamos com as crianças:

Uso de determinados verbos imperativos

A legislação entende que o processo de compra deve passar por uma reflexão que levará à decisão, e esse tipo de público não é considerado capaz de tomar essa decisão. Por isso, verbos imperativos como “peça”, “compre” e “adquira” são totalmente proibidos.

O CONAR fiscaliza rigorosamente e suspende anualmente diversas campanhas que desrespeitam essa lei, então é extremamente importante escolher de forma adequada as palavras que irão compor o texto publicitário.

Exibição de propaganda na televisão

A Publicidade infantil na TV aberta é proibida desde 2014 pela resolução do Conanda. Além disso, fazer propagandas de qualquer tipo, dentro do meio, que utilize personagens animados ou remeta ao universo infantil, também não é permitido.

Essa é uma regra que grande parte das empresas já conhece, mas nunca é demais reforçar.

Incentivo à alimentação não saudável

Quem tem filhos conhece a dificuldade que é fazer as crianças terem uma alimentação mais natural e saudável, e essa tarefa fica ainda mais difícil com tantos anúncios de produtos industrializados por aí. Pensando nisso, a legislação brasileira também restringiu a publicidade de produtos que incentivam à alimentação inadequada e, consequentemente, aos problemas de saúde.

Sabemos é um algo bastante negativo para as empresas, mas também sabemos que as instituições como o CONAR e Conanda, sempre estarão do lado do consumidor, e é preciso estar atendo para respeitar essas leis.

Constrangimento à criança

Mostrar situações onde uma criança é superior à outra por possuir um determinado produto, causar medo, ou mostrar algo perigoso ou ilegal também não é permitido. Como por exemplo, em um comercial dos anos 90, onde um garoto repetia algo como “eu tenho, você não tem” para outra criança, causando grande constrangimento, esse comercial com certeza seria proibido nos dias de hoje.

Criação de uma falsa realidade

As crianças não conseguem distinguir muito bem, quando uma notícia é real ou não, e alguns anúncios em formato jornalístico podem induzi-las ao erro. Por isso, esse tipo de conteúdo também não é permitido por lei.

Desvalorização da autoridade de pais e responsáveis

Nenhuma comunicação com o público infantil deve ultrapassar a autoridade dos pais e responsáveis, nem persuadir às crianças de que seus responsáveis não precisam ser ouvidos e respeitados.

Apesar de todas essas proibições, existem marcas que ainda conseguem trabalhar muito bem com esse público, e são verdadeiros exemplos a se seguir.

Lembre-se sempre que, além de temer a multa que receberá por infringir essas leis, é importante refletir sobre a questão ética envolvida. Que tipo de publicidade você gostaria que o seu filho recebesse? Como as suas campanhas afetam esse público tão sensível? Será que não existem formas mais éticas e benéficas para atraí-lo?

Caso ainda tenha dúvidas, fale com nosso consultor!

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